Mostrar mensagens com a etiqueta Comer. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Comer. Mostrar todas as mensagens
sábado, abril 28, 2012
quarta-feira, agosto 09, 2006
Portugal 1 - França 0
Neste encontro bastante particular o saldo foi positivo para Portugal.
domingo, agosto 06, 2006
Papaboa
Boa surpresa ontem, o restaurante Papaboa em Guimarães.
Dada a conjuntura actual, mariscos e carnes mal passadas estavam fora de questão, o que limita bastante a escolha. Tanto o fondue de lagosta como a espetada de faisão e magret de pato, portanto, vão ter de esperar por uma próxima. Optou-se por Cherne com migas de broa e grelos, seguido de Folhado de frango com cogumelos selvagens e bacon; ambos foram óptimas escolhas.
Como a única pessoa que bebia tinha de conduzir, e não havendo meias garrafas, a escolha teve de ser o maduro tinto a copo. Foi servido o alentejano e aveludado Vale da Torre.
Nota positiva para a ementa (apenas duas folhas com o que realmente o restaurante serve), mas merece-me um reparo: o couvert é descrito como "Espumante, pão, pratos variados". Os 4 euros estariam já justificados com o pão e os pratinhos de entrada, que até são variados; parece-me que não valia a pena incluir na descrição o espumante que é oferecido enquanto se espera pela preparação da mesa: deixa, desnecessariamente, de ser "oferecido".
No final, 2 pessoas pagaram 40 euros, mas é verdade que facilmente poderiam ter pago mais. Quem por lá quiser passar, que a visita é merecida, encontrará este Papaboa mesmo antes de chegar à rotunda da Universidade, quem desce do Paço dos Duques, do lado direito da Rua.
Dada a conjuntura actual, mariscos e carnes mal passadas estavam fora de questão, o que limita bastante a escolha. Tanto o fondue de lagosta como a espetada de faisão e magret de pato, portanto, vão ter de esperar por uma próxima. Optou-se por Cherne com migas de broa e grelos, seguido de Folhado de frango com cogumelos selvagens e bacon; ambos foram óptimas escolhas.
Como a única pessoa que bebia tinha de conduzir, e não havendo meias garrafas, a escolha teve de ser o maduro tinto a copo. Foi servido o alentejano e aveludado Vale da Torre.
Nota positiva para a ementa (apenas duas folhas com o que realmente o restaurante serve), mas merece-me um reparo: o couvert é descrito como "Espumante, pão, pratos variados". Os 4 euros estariam já justificados com o pão e os pratinhos de entrada, que até são variados; parece-me que não valia a pena incluir na descrição o espumante que é oferecido enquanto se espera pela preparação da mesa: deixa, desnecessariamente, de ser "oferecido".
No final, 2 pessoas pagaram 40 euros, mas é verdade que facilmente poderiam ter pago mais. Quem por lá quiser passar, que a visita é merecida, encontrará este Papaboa mesmo antes de chegar à rotunda da Universidade, quem desce do Paço dos Duques, do lado direito da Rua.
quarta-feira, abril 26, 2006
Loliña (segunda tentativa)
À segunda foi de vez: na Net alguém prometia "uno de los mejores Bogavantes con arroz que hayas probado nunca", e realmente foi o que conseguimos desta vez comprovar no Loliña, em Carril (Vilagarcía de Arousa). O restaurante, ao que sei, perdeu a estrela Michelin em 2005, mas a verdade é que a comida é saborosíssima, com ou sem estrela. Falta agora provar o também muito aconselhado Guiso de Rapé - do irmão da Lola, na vizinha Casa Boveda.
Já agora, nota também bastante positiva para o Aguarela, em Esposende, onde comi há 2 semanas: um magret desta vez, mas conto voltar para provar o resto da (reduzida) ementa.
Em termos de preço, o Bogavante para duas pessoas no Loliña fica por 50€, o que faz a refeição passar facilmente para os 70 pelo menos (isto mesmo sem entradas, porque estas - Almejas a la Marinera, e também um delicioso Pulpo a la Gallega - tinham sido a caminho, 40 kms antes, em Combarro). No Galloufa, a refeição para duas pessoas tinha ficado também perto dos 70€, e no Aguarela "ficou-se" pelos 50€.
Já agora, nota também bastante positiva para o Aguarela, em Esposende, onde comi há 2 semanas: um magret desta vez, mas conto voltar para provar o resto da (reduzida) ementa.
Em termos de preço, o Bogavante para duas pessoas no Loliña fica por 50€, o que faz a refeição passar facilmente para os 70 pelo menos (isto mesmo sem entradas, porque estas - Almejas a la Marinera, e também um delicioso Pulpo a la Gallega - tinham sido a caminho, 40 kms antes, em Combarro). No Galloufa, a refeição para duas pessoas tinha ficado também perto dos 70€, e no Aguarela "ficou-se" pelos 50€.
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
De Santiago vienes?
Este Domingo decidi madrugar, e cerca do meio-dia saí em direcção a Carril, Villagarcía de Arousa (pouco depois de Pontevedra). A ideia era ir ao marisco da Loliña, ou do irmão na Casa Boveda.
Afinal, nem Loliña nem marisco. Os dois restaurantes estavam lotados, e tive que recorrer ao vizinho Galloufa, que acabou por se mostrar uma boa escolha. Na ementa, uma página dedicada às Jornadas Gastronómicas del Pato levou-me a esquecer o marisco e partir para um Magret de Pato con Salsa de Foie al Brandy, de que não me arrependi. Para entrada, tanto o Carpaccio de Salmão oferecido pela casa como as Vieiras al Queso Gratinado (para não fugir completamente ao marisco) estavam optimos. De postre, já só houve espaço para uma Filloa con Miel.
Mas divago, porque a intenção não era falar de pato.
Ao sair da AP-9 em direcção a Villagarcía, na portagem, antes de pagar, perguntam-me: "De Santiago vienes? O de Vigo?". "De vigo", respondo. Paguei 95 cêntimos; o espanhol à minha frente respondeu "De Santiago", e pagou três euros e meio.
É bom saber que a apenas 150 km de casa ainda há um sítio onde se confia nas pessoas.
Porque é que nós, com Via Verde e sem dormirmos a sesta, somos menos eficientes que os nossos vizinhos é que nunca vou perceber.
Afinal, nem Loliña nem marisco. Os dois restaurantes estavam lotados, e tive que recorrer ao vizinho Galloufa, que acabou por se mostrar uma boa escolha. Na ementa, uma página dedicada às Jornadas Gastronómicas del Pato levou-me a esquecer o marisco e partir para um Magret de Pato con Salsa de Foie al Brandy, de que não me arrependi. Para entrada, tanto o Carpaccio de Salmão oferecido pela casa como as Vieiras al Queso Gratinado (para não fugir completamente ao marisco) estavam optimos. De postre, já só houve espaço para uma Filloa con Miel.
Mas divago, porque a intenção não era falar de pato.
Ao sair da AP-9 em direcção a Villagarcía, na portagem, antes de pagar, perguntam-me: "De Santiago vienes? O de Vigo?". "De vigo", respondo. Paguei 95 cêntimos; o espanhol à minha frente respondeu "De Santiago", e pagou três euros e meio.
É bom saber que a apenas 150 km de casa ainda há um sítio onde se confia nas pessoas.
Porque é que nós, com Via Verde e sem dormirmos a sesta, somos menos eficientes que os nossos vizinhos é que nunca vou perceber.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

